Por: Dalva Martins

O Culto ao Fogo vem da antiguidade. Inicialmente o homem primitivo e os primeiros agrupamentos humanos adoravam o Sol. Foi assim o “fogo” cultuado pelos povos da antiguidade, que viam nele centelhas do sol.

Os Egípcios acreditavam no “fogo” como uma representação viva do Deus Rá. Na Índia e no Irã foi o seu culto continuado. A Grécia sublima o “fogo” nas Olimpíadas em seus grandes jogos. O melhor atleta conduziria num périplo, uma tocha – com o cuidado de não deixar que se apagasse – denominada TOCHA OLÍMPICA, que se destinava ao acendimento da PIRA OLÍMPICA. Este “fogo” permaneceria aceso até o término das competições, quando se daria seu apagamento com toda a pompa de uma solenidade sagrada.

Os “Templos do Sol”, nas civilizações das Américas – INCAS, MAIAS, AZTECAS, TOLTECAS – e mesmo as civilizações PRÉ-INCAICAS, atestam também o culto ao Sol, tendo como reflexo nos seus costumes o “culto ao fogo”

Surge também em nossa própria IGREJA, nas velas que iluminam o altar, um cerimonial litúrgico, no qual o “fogo” simboliza uma espiritualização.

No Sábado de Aleluia, no “fogo novo” que inicia o Ofício da RESSURREIÇÃO, visualizamos o simbolismo do CRISTO, a LUZ DO MUNDO.

Surge então o Culto ao Fogo, como AMOR A DEUS E A PÁTRIA.

Nesse ano de 2023, a LIGA DA DEFESA NACIONAL – DIRETORIA ESTADUAL DO RIO DE JANEIRO, inicialmente comemorou o 7 de Setembro com a Corrida do Fogo Simbólico da Pátria, realizada em Teresópolis, no dia 6 de setembro, com o apoio do Tiro de Guerra da Cidade. O Evento foi organizado pelo Diretor da LDN/RJ para o Interior Pedro Américo Werneck Neto. A Pira foi acessa pelo Presidente Sérgio Pinto Monteiro.

CORRIDA DO FOGO SIMBÓLICO DA PÁTRIA EM TERESÓPOLIS

CORRIDA DO FOGO SIMBÓLICO NO RIO DE JANEIRO

O dia 7 de Setembro, data da independência do Brasil, foi comemorado no Rio de Janeiro com importante presença do Governador Cláudio Castro. O Evento contou com o tradicional desfile na Avenida Presidente Vargas. Como é tradição, a Pira foi acesa pelo Presidente da Liga da Defesa Nacional – Diretoria Estadual do Rio de Janeiro, Professor Sérgio Pinto Monteiro.